Eu perdi uns 3/4 episódios no final da semana anterior, início da semana e quando voltei a ver na quarta, achei que estava com mais ritmo, basicamente menos lengalenga e um pouco mais de acção.
Logo nesse episódio, não sei bem porquê mas pareceu-me que os dois gémeos já andavam por lá, mas no episódio de quinta tornou-se uma certeza.
Só acho incrível que continuem às voltas com o mistério do anexo. Arrombem a porta duma vez.
E, por acaso, estou de acordo com o/a chocolatee, de um modo geral o elenco até é equilibrado, não há muitas cenas em que se note um grande desnível.
Mas já não concordo com a afirmação de que as interpretações estão excelentes. A maioria cumpre o seu papel, mas são poucos aqueles que realmente brilham.
Depois há imensos actores com talento que têm papéis tão insignificantes que mal se dá por eles, como é o caso da Eunice Muñoz, da Rita Salema ou mesmo da jovem Sara Leitão. A personagem da Patrícia Tavares também está a ficar um pouco apagada.
E há 5 erros de casting gritantes: o Côrte-Real, o Cajuda, o Barata, o Rui Nunes e a Gracinda Nave, embora estes dois sempre estejam menos mal do que no início. O José Mata também se tem revelado um actor pouco convincente e muito limitado, sempre no mesmo registo. A Ana Moreira é muito instável, mas às vezes até se consegue ver que tem talento, está é num registo completamente fora.
A Luísa Cruz é que tem dado cartas nesta novela e o personagem do Cristóvão Campos também é interessante.
Tirando estes dois, acho que há um défice de personagens carismáticas. Perceber as motivações e os objectivos das personagens é essencial para sentir uma empatia com eles e nesta história, parece que toda a gente quer ou dominar uma empresa à beira da falência

ou dominar o Wallenstein

Dois fins pelos quais não posso ter grande respeito.